Entenda por que 2026 será o ano dos carregadores elétricos no Brasil e como investir em soluções residenciais e corporativas
Nos últimos anos, a mobilidade elétrica deixou de ser uma tendência distante para se tornar uma realidade presente no cotidiano brasileiro. Tenho certeza de que você já vê muito mais carros elétricos na rua do que via há 10, 5 ou até mesmo 3 anos atrás, certo?
O que você talvez não saiba é que 2026 será um ponto decisivo nesse movimento, principalmente para quem quer lucrar com essa nova onda.
As vendas de carros elétricos e híbridos vêm crescendo de forma consistente nos últimos anos, impulsionadas por uma combinação de fatores que vai desde o avanço tecnológico até a mudança de comportamento dos consumidores.
Cada vez mais montadoras anunciam novos modelos, inclusive versões fabricadas no Brasil tornando-as mais acessíveis, ampliando o leque de possibilidades para quem deseja migrar para um veículo movido a eletricidade.
Com isso, cresce também a demanda por infraestrutura de recarga pública. Aeroportos, shoppings, paradas rodoviárias e estacionamentos já contam com eletropostos, mas temos hoje um cenário de transição acelerada, no qual quem escolher investir agora terá um retorno real a médio prazo.
Quer entender por quê? Confira a seguir.
Como é o cenário dos carros elétricos no Brasil?
O avanço da mobilidade elétrica não é mais uma hipótese futura: ele já está consolidado como uma transformação global.
No cenário internacional, o ritmo de adoção segue forte. Somente em agosto de 2025, o mercado global de veículos eletrificados registrou 1.713.434 unidades vendidas entre carros 100% elétricos (BEV) e híbridos plug-in (PHEV), segundo levantamento da CleanTechnica.
Trata-se de um crescimento anual de cerca de 15%, mantendo a trajetória consistente da eletrificação.
Os carros totalmente elétricos responderam por 18% de participação no mercado global, enquanto a soma de BEVs e PHEVs alcançou 27% de todos os veículos vendidos no mundo. Ou seja: mais de um em cada quatro carros novos comercializados no planeta já depende de recarga externa.
No Brasil, o movimento é igualmente crescente, ainda que alguns passos atrás.
Dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico) mostram que o país registrou 20.222 veículos eletrificados leves vendidos apenas em agosto, o que representa 9,4% do total de veículos leves comercializados no mês.
No acumulado entre janeiro e agosto, já são 126.087 unidades, e a projeção da entidade é fechar 2025 acima de 200 mil veículos eletrificados, consolidando o melhor desempenho da história do segmento no país.
O que vemos, portanto, é um mercado que avança sem retrocessos, mas com um descompasso importante em relação ao cenário internacional, que se baseia em alguns pontos:
- Oferta e preço dos modelos disponíveis: A maior parte dos veículos elétricos disponíveis no mercado brasileiro ainda é importada. Isso significa custos de logística, impostos mais altos e, consequentemente, preços menos acessíveis, limitando o seu uso à classe mais alta.
- Ausência de incentivos estruturais: Os países líderes em mobilidade elétrica possuem estímulos claros: subsídios diretos, incentivos fiscais, metas rígidas de emissões e políticas de renovação de frota. No Brasil, os incentivos ainda são pontuais, concentrados em iniciativas regionais e sem coordenação nacional.
E, por último, mas mais importante (onde mora a oportunidade que você estava procurando):
- Infraestrutura de recarga insuficiente: Embora o país tenha avançado na instalação de eletropostos públicos e privados, especialmente em shoppings, estacionamentos corporativos e corredores rodoviários, a capilaridade ainda é baixa. Em comparação com mercados maduros, a disponibilidade, a potência e a distribuição geográfica dos pontos de recarga ainda deixam lacunas.
Como todo bom investidor sabe, onde existe uma lacuna de mercado, existe uma oportunidade.
Afinal, mesmo com todas essas barreiras, a curva do crescimento de carros elétricos no Brasil ainda segue numa alta inevitável. Só nos últimos 5 anos, a frota foi de cerca de 40 mil veículos, no final de 2020, para a estimativa da ABVE de fechar 2025 com mais de 200 mil veículos eletrificados rodando no país. Esse crescimento é de mais ou menos 500%!
Com a frota crescendo nessa velocidade e a quantidade de postos de recarga ainda estando em falta, 2026 se mostra o ano ideal para investir nesse setor, participando e lucrando com o futuro da mobilidade sustentável.
Por que investir em carregadores elétricos em 2026?
A recente chegada massiva de marcas chinesas, como BYD, GWM, GAC, MG, Omoda-Jaecoo, Zeekr e Leapmotor, tem acelerado a popularização dos elétricos, reduzido preços e pressionado as montadoras tradicionais a expandirem seus portfólios eletrificados.
Enquanto isso, a infraestrutura acompanha na velocidade possível: shoppings, estacionamentos, redes de varejo, hotéis e centros comerciais já estão instalando wallboxes para atender o fluxo crescente – e você também pode lucrar com essa onda.
Investir em carregadores elétricos em 2026 não é apenas acompanhar uma tendência tecnológica, mas também é aproveitar um momento estratégico.
O boom dos carros elétricos no Brasil ainda está em construção, e justamente por isso este é o período mais vantajoso para quem deseja se posicionar à frente do mercado.
Quando a popularização estiver consolidada, a corrida pela infraestrutura já terá começado, os custos tendem a subir e as oportunidades mais rentáveis estarão ocupadas. Hoje, quem instala carregadores se beneficia da fase crítica da curva de adoção: a demanda cresce rapidamente enquanto a oferta de pontos de recarga ainda é limitada, especialmente fora dos grandes polos comerciais.
Além do momento favorável, há benefícios diretos para empresas e estabelecimentos que fizerem esses investimentos. Confira:
Oferecer comodidade aos seus colaboradores e clientes
Oferecer carregadores significa comodidade real para colaboradores e clientes. Enquanto o veículo carrega, o usuário consome, compra, usufrui de serviços ou simplesmente permanece por mais tempo no local, o que impacta diretamente o faturamento de negócios como shoppings, academias, supermercados e estacionamentos.
Muitos empreendimentos, inclusive, têm transformado os carregadores em fontes de renda passiva ao cobrar pelas recargas realizadas.
Para empresas com frota própria, a migração para veículos elétricos reduz custos operacionais e cria um ciclo virtuoso: a mesma infraestrutura instalada para clientes pode servir internamente para abastecer a frota corporativa, ampliando o retorno do investimento.
Valorização do imóvel, do negócio e da experiência do usuário
Condomínios residenciais e corporativos que já incorporam vagas com carregadores na garagem saem na frente na hora da decisão para compra e aluguel.
Shoppings, hotéis, cafeterias e estacionamentos utilizam os pontos de recarga como novo diferencial competitivo, algo que influencia diretamente a escolha do consumidor, especialmente nos grandes centros, onde a quantidade de veículos elétricos cresce mais rapidamente.
Empresas que oferecem carregamento gratuito ou subsidiado para colaboradores também reforçam sua imagem como organizações modernas, que entendem o papel da mobilidade elétrica na rotina urbana.
ESG, sustentabilidade e reputação corporativa
Do ponto de vista institucional, a instalação de carregadores responde com solidez a metas de ESG, sustentabilidade e reputação corporativa.
A eletrificação da frota reduz emissões diretas, contribui com compromissos ambientais e qualifica relatórios de impacto. Mais do que isso: carregadores tornam-se um símbolo público e tangível de responsabilidade ambiental.
As soluções de carregadores elétricos da Berti Energy
Depois de entender o avanço da eletrificação no Brasil e os motivos estratégicos para investir em infraestrutura de recarga, a escolha de um fornecedor confiável para o seu investimento em carregadores elétricos torna-se o passo mais importante.
É nesse ponto que as soluções da Berti Energy se conectam de forma natural com tudo o que o mercado demanda em 2026: tecnologia, segurança, escalabilidade e retorno garantido.
A Berti Energy oferece uma linha completa de carregadores elétricos, com opções que atendem desde residências e pequenos condomínios até empresas com grande fluxo de veículos.
Os equipamentos variam entre modelos monofásicos e trifásicos, com potências de 30 kW, 40 kW, 60 kW e 80 kW, permitindo que cada cliente escolha a solução mais adequada ao seu perfil de uso e à sua expectativa de velocidade de recarga.
Um dos diferenciais mais relevantes é o retorno sobre o investimento, que pode ocorrer em apenas 1 a 2 anos, dependendo do fluxo de recargas no local. Como muitos negócios adotam modelos de tarifação em que o usuário paga pela energia consumida, o carregador deixa de ser apenas um serviço e passa a ser uma fonte recorrente de receita, além de atrair consumidores com ticket médio elevado.
Os carregadores da Berti Energy utilizam tecnologia de ponta, certificações reconhecidas e total conformidade com as normas brasileiras, garantindo proteção elétrica, estabilidade e operação confiável.
Fale com a Berti Energy e descubra qual carregador elétrico é ideal para a sua casa, condomínio ou empresa e prepare-se agora para o futuro da mobilidade.
