Mais de 21 mil empresas migraram para o Mercado Livre de Energia em 2025: entenda como sua empresa também pode economizar

Você trabalha, investe, contrata equipe, corre atrás de clientes, mas no fim do mês sente que seu lucro simplesmente desaparece em boletos sobre os quais você não tem o menor controle?

Se a conta de energia elétrica é uma das despesas que mais pesa no seu negócio, você não está sozinho. Para muitas empresas brasileiras, o gasto com energia passou a ser um fator que impacta diretamente a competitividade. 

Mas calma, isso tem solução.

Existe uma alternativa que vem crescendo rapidamente no Brasil: o Mercado Livre de Energia. Cada vez mais empresários estão descobrindo que é possível reduzir custos, ter previsibilidade financeira e ainda melhorar o posicionamento sustentável da empresa ao escolher de quem comprar energia.

E os números mostram que essa mudança já está acontecendo em larga escala.

O que é o Mercado Livre de Energia e por que ele pode reduzir custos?

O Mercado Livre de Energia, também conhecido como Ambiente de Contratação Livre (ACL), é um modelo no qual a empresa deixa de comprar energia exclusivamente da distribuidora local e passa a escolher seu próprio fornecedor, negociando condições comerciais diretamente.

Funciona de forma parecida com outros mercados competitivos: em vez de aceitar um preço fixado pela concessionária, o consumidor pode comparar propostas, negociar valores, prazos e até a origem da energia, optando por fontes renováveis, por exemplo.

Isso cria oportunidades reais de economia porque o preço deixa de ser imposto e passa a ser negociado.

Além disso, sua empresa ganha previsibilidade; os contratos podem ser estruturados com valores mais estáveis ao longo do tempo, reduzindo o impacto de bandeiras tarifárias, reajustes inesperados e oscilações que dificultam o planejamento financeiro.

Outro ponto importante é que migrar para o mercado livre não significa mudar a infraestrutura elétrica. A energia continua chegando pela mesma rede da distribuidora, o que muda é apenas o modelo de contratação.

Mas isso funciona mesmo? Posso confiar?

Se ainda existe dúvida sobre a confiabilidade do Mercado Livre de Energia, os dados mais recentes do setor ajudam a esclarecer.

Segundo balanço da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), 21.707 novos consumidores migraram para o mercado livre só no ano de 2025, confirmando a consolidação do modelo como uma das principais transformações do setor elétrico brasileiro.

Para entender a dimensão desse crescimento, basta comparar com anos anteriores: em 2023, foram registradas 7.397 migrações. Em 2024, houve um salto para 26.834. Já em 2025, o número permaneceu em um patamar elevado, mostrando que o movimento deixou de ser pontual e passou a fazer parte da estratégia energética das empresas.

Hoje, o Brasil já soma mais de 85 mil consumidores no mercado livre, um crescimento expressivo considerando que, poucos anos atrás, esse modelo era restrito a grandes indústrias.

Outro dado relevante é que 81% das migrações ocorreram por meio do modelo varejista, justamente o formato que facilita o acesso para empresas menores, reduzindo burocracia e simplificando a gestão.

A expectativa para o futuro também é positiva. A própria CCEE projeta a entrada de mais de 9.200 novos consumidores no primeiro semestre de 2026, indicando que a tendência de expansão deve continuar.

Mas o Mercado Livre de Energia não é só para empresas grandes?

Não, isso mudou!

Um dos maiores mitos sobre o Mercado Livre de Energia é que ele só está disponível para grandes indústrias, mas isso já não é mais verdade tem bastante tempo!

Desde a abertura regulatória prevista na Portaria 50/2022 do Ministério de Minas e Energia, micro e pequenas empresas atendidas em alta tensão (Grupo A) também podem migrar, desde que tenham contas de energia superiores a aproximadamente R$ 10 mil mensais.

Antes dessa mudança, apenas consumidores com despesas acima de R$ 150 mil podiam acessar o mercado livre. A nova realidade ampliou o acesso e permitiu que comércios, clínicas, supermercados, redes de serviços e empresas de médio porte também se beneficiem.

Os dados confirmam essa mudança estrutural. Segundo pesquisa divulgada pelo Sebrae, em 2025, 93% das migrações foram de consumidores com carga menor ou igual a 0,5 MW, mostrando claramente que o mercado deixou de ser exclusivo das grandes corporações.

Setores de serviços e comércio lideraram as migrações, o que reforça que empresas do dia a dia, e não apenas indústrias, estão adotando o modelo.

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A Berti Energy atua como parceira das empresas em todo o processo de migração para o Mercado Livre de Energia, oferecendo análise técnica, planejamento financeiro e acompanhamento completo.

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